Dia do Terapeuta Ocupacional
A terapeuta ocupacional Ivy Mayer Scalha explica sobre a profissão


19/01/2018 10:44:42 Comunicação NOTÍCIAS

O que vamos fazer hoje?

É com essa pergunta que o atendimento de terapia ocupacional se inicia. Dentro de uma sala com diversos materiais, de sucata, tintas, pinceis a livros! O paciente é o artista e junto com o terapeuta ocupacional escolhe qual atividade fazer. Diante disso vão descobrindo e redescobrindo novos gostos, habilidades e potencialidades, que se perderam ao longo de suas dificuldades durante a vida.

Qualquer pessoa que esteja enfrentando alguma doença e tem dificuldades em retomar a vida, pode ser indicado para terapia ocupacional. Os casos de isolamento e sentimento de solidão, diminuição dos afazeres do dia a dia, dificuldade em organizar-se, escolher e dar continuidade a atividades também são beneficiados.

São atendidos em terapia ocupacional, principalmente casos de: psiquiatria infantil, deficiência intelectual, alterações do desenvolvimento e comportamento infantil, distúrbios sensoriais, problemas de aprendizagem, deficiência física, geriatria, neurologia, cuidados paliativos, saúde mental adulto, entre muitos outros.

Na terapia ocupacional proporcionamos a autonomia do paciente, para que o mesmo tenha uma melhor qualidade de vida, visamos construir um cotidiano saudável e prazeroso para aqueles que apresentam algum sofrimento.

Na saúde mental, a terapia ocupacional é um recurso terapêutico, onde temos como objetivo o reconhecimento sobre a atuação da organização da vida diária, possibilitando o indivíduo a expressar o seu cotidiano junto com o terapeuta, habilitando as habilidades cognitivas, como as noções de espaço, raciocínio lógico, coordenação motora, concentração, entre outros.

Lembrando que dentro da terapia ocupacional, não devemos entender o termo “ocupação” como um trabalho, mas sim como todas as tarefas em que o paciente esteja envolvido.

Ivy Mayer Scalha


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